terça-feira, 14 de abril de 2026

Doces horas




Doces horas 
(Mauro Fera Da Poesia)

Eu aproveito o silêncio
Não pelo que me feria
Mais pelos bons sentimentos 
Que se fizeram boas companhias.

O céu de um azul brigadeiro
O mar o repetia tal qual espelho
E eu absorto em meu sentir
Cicatrizava o que veio me ferir.

Tem os dias de luta e os de glória,
Mas também tem aquelas doces horas
Em que o silêncio se faz natural

Silêncio esse que enriquece a memória
No pulsar da energia transcendental 
Guardada por milênios na glândula pineal.

feradapoesia.blogspot.com

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